As obras obrigatórias continuam sendo:
"Auto da barca do inferno", de Gil Vicente;
"Memórias de um sargento de Milícias", de Manuel Antônio de Almeida;
"Iracema", de José de Alencar;
"Dom Casmurro", de Machado de Assis;
"O cortiço ", de Aluísio Azevedo;
"A cidade e as serras", de Eça de Queirós;
"Vidas secas", de Graciliano Ramos;
"Capitães da areia", de Jorge Amado;
e "Antologia poética (com base na 2ª edição aumentada)", de Vinícius de Moraes
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